Production reviews (5)

 
16 - 22 Jun 2013
The Turn of the Screw, Britten,  
Theatro São Pedro4 Performances
20 June 2013operaeballet.blogspot.comAli Hassan AyacheThe Turn of the Screw
A gaúcha Luísa Kurtz mostrou bela musicalidade vocal, timbre lírico com agudos harmoniosos e interpretação cênica convincente da personagem The Governess. Chimarrão e churrasco fizeram bem ao soprano que teve uma atuação marcante e comovedora.
21 March 2014Ali Hassan AyacheMelhor Cantora Solista de 2013 pelo Blog de operaeballet
Luísa Kurtz fez, em 2013, uma apresentação fantástica na ópera The Turn of the Screw de Britten no Theatro São Pedro. Caracterizou-se por ter excelentes atributos cênicos, uma voz afinada com excelentes agudos e mostrar diversas facetas da personagem. Atuação inesquecível!
01 March 2014Norberto ModenaLa stessa ricetta del successo (Rivista L'Opera)
“Si distingueva il soprano Luisa Kurtz, nei panni della giovane Governante, con un bel timbro lirico e gamma omogenea dall’acuto al grave. L’interprete era appassionata, attenta e sempre convincente.” Rivista L'Opera - Anno XXVIII - n. 288 - Marzo 2014
20 June 2013operaeballet.blogspot.comLeonardo MarquesCom jóia de Britten, Theatro São Pedro tem grande noite de ópera
“A soprano Luísa Kurtz viveu uma Governanta surpreendente. Se a memória não me trai, esta foi a primeira vez que a escutei, e a impressão deixada pela artista não poderia ter sido melhor: voz firme, segura, bem afinada, bem projetada na acústica amigável do São Pedro (é preciso ainda conferir sua projeção num palco maior, naturalmente), e que se manteve em excelente nível durante toda a récita – vale lembrar que a Governanta canta em quinze das dezesseis cenas da ópera. Sua atuação cênica acompanhou o desenvolvimento das angústias e das dúvidas da personagem, e o resultado final foi daqueles que ficarão grudados na memória por um longo tempo.” Site Movimento
19 June 2013www.concerto.com.brIrineu Franco PerpétuoCom Britten, São Pedro cala a boca da crítica
Luísa Kurtz, no enorme papel da Governanta, que canta durante praticamente todo o espetáculo, é um benfazejo sopro de renovação nos viciados elencos de ópera paulistanos. Levando o tour de force até o fim, sem jamais cair a intensidade, Kurtz mostrou ter qualidades cênicas no mínimo equivalentes às sopranos de seu registro que vêm monopolizando a cena lírica daqui nas duas últimas décadas – e dotes vocais superiores à maioria.